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Noite cultural marca 7º aniversário do Campus Porto Nacional

O público conferiu fotos, pinturas e desenhos das visitas técnicas realizadas em 2016.

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Quando o sol se pôs nesta última quarta-feira, 1º de fevereiro, quem chegava ao Campus Porto Nacional, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), era recebido com um boas-vindas por um grupo de alunos formalmente vestidos para a ocasião. Em comemoração aos sete anos da instituição, servidores e estudantes trabalharam muito para que a noite fosse especial. O resultado foi a 1ª Mostra Multidisciplinar HARQUIGEO (História, Artes, Química e Geografia), que começava no hall da instituição, com fotos, pinturas e desenhos expostos nas paredes, destacados por meio de luzes coloridas.

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Para dar início às atividades, a aluna Jéssyca Silva, como mestre de cerimônias, anunciou os componentes da mesa diretiva: a diretora-geral do Campus Porto Nacional, Lilissanne Marcelly de Sousa; o gerente de Administração, Albano Dias; o coordenador do curso técnico em Administração integrado ao ensino médio, Rodrigo Fonseca; a professora de Geografia Simonní Leite; a professora de Artes Márcia Dall’Agnol; a professora de História Fernanda Godinho; e o professor de Química Argemiro Pedrosa.

Em sua fala, a professora Márcia elogiou o trabalho dos alunos na realização da mostra. “Eu, como professora de Artes, fico muito emocionada. Vocês são os nossos artistas”, enfatizou. Explicou ainda sua participação no evento que, entre outras coisas, consistiu em apresentar aos alunos a situação atual de conservação do Poligonal de Tombamento do Centro Histórico de Porto Nacional. As fotos tiradas no local foram expostas na mostra.

Para a professora Simonní, a HARQUIGEO é a culminância das visitas técnicas feitas em 2016. Esclareceu aos presentes a atividade realizada no Monumento Natural das Árvores Fossilizadas do Tocantins (MNAFTO), que rendeu frutos para a composição da mostra. Também teceu elogios aos estudantes: “a força e a dedicação dos alunos foi fundamental para a concretização deste projeto”.

Ao abordar o tema do 7º aniversário da instituição, o professor Albano relembrou a época de construção do Campus Porto Nacional. “Eu acompanhava as obras com a vontade de um dia trabalhar aqui. Hoje, eu me sinto honrado de fazer parte da instituição: estou no campus há quase cinco anos e pretendo me aposentar aqui”, relatou.

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A diretora Lilissanne agradeceu a presença de todos ao evento e ressaltou a participação do diretor-geral do Campus Dianópolis, Jonas Brito, e do secretário municipal de Infraestrutura de Porto Nacional, Cleyovane Lemos, representando o prefeito Joaquim Maia. Também se lembrou de fatos relacionados à construção do campus e, orgulhosa, falou sobre o aniversário da instituição: “Nós temos a honra de dizer que esses sete anos foram concretizados graças aos servidores, alunos e à comunidade portuense. Durante esse tempo, trabalhamos para oferecer, para Porto Nacional e cidades vizinhas, um ensino público, gratuito e de qualidade”. E, antes de convidar os presentes para apreciarem a HARQUIGEO, afirmou: “Essa mostra é um marco cultural para o nosso campus”.

Em seguida, os alunos da comissão organizadora guiaram o público até o andar superior do bloco II, onde teve início uma viagem pelo Monumento Natural das Árvores Fossilizadas. Uma iluminação especial transportava o visitante até o distrito de Bielândia, localização do MNAFTO. Projeções nas paredes e no teto com fotos da visita técnica e quadros das árvores fossilizadas completavam o cenário. Um momento para ficar na história do Campus Porto Nacional!

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Veja mais fotos na nossa fanpage.


História

O Campus Porto Nacional nasceu da conjuntura da expansão da Rede Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, regulamentado pela Portaria nº 102 de 29 de janeiro de 2010, do Ministério da Educação, publicada no Diário Oficial da União de 1º de fevereiro de 2010, quando a instituição recebeu autorização para seu funcionamento.

A implantação de um campus do IFTO em Porto Nacional partiu das considerações e reivindicações do setor produtivo e, principalmente, do setor público do município. Buscou-se, com isso, atender a um dos objetivos postos na lei de criação dos institutos : possibilitar à região, através da oferta de cursos profissionalizantes, de cursos superiores, inclusive de formação de professores, o atendimento às necessidades locais em favorecimento ao desenvolvimento socioeconômico local e regional.

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